Dobradinha de sucesso: Marina começa e Arthur não termina
Não é o mais apropriado dizer que os futuros senadores por Alagoas, Marina JHC, com a precedência da mulher, e Arthur Lira, representam o fim de uma era. Embora esse seja um dos entendimentos simbólicos deste domingo (4), é o olhar para a frente que deve nortear a vontade das urnas.
A senadora eleita Marina não é uma profissional da política e recebeu o aval do eleitorado, também, em razão disso, mas participou de sua primeira campanha externando, indiretamente, o quanto se identificou com a versão candidata. Foi ela mesma quem disse, em uma das peças do guia eleitoral em que se apresentou superando os tradicionais “poca urnas” e as mais experientes figuras públicas, que era “várias” [versões]. No entanto, a política, de alguma maneira, a rondava, pois é neta do ex-vice-governador de Mato Grosso, Dr. Zelito, falecido, e esposa de JHC.
A bússola muda de direção quando o assunto é o senador eleito Arthur Lira, que se tornou um ás da política nacional e ao chegar ao Senado ainda pode escalar outras montanhas da vida pública. Não duvide de que ele esteja fazendo política enquanto você lê isto e de que “quando fevereiro chegar” não seja apenas um verso de canção de Geraldo Azevedo.
Ambos estão no novo mapa político de Alagoas e do Brasil chancelados pela vontade da população.
A dobradinha foi um sucesso. Mas eles não são siameses e estão juntos aqui, no mesmo conteúdo, por praticidade.
Sua.
E minha.