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Nem candidato nem coadjuvante: um eleitor chamado Rodrigo Cunha
Engana-se quem pensa que os protagonistas de uma eleição são os candidatos. A visibilidade os transforma na parte central de todo o processo, considerando o alcance popular e eleitoral de cada caso. Mas é o eleitorado que faz com que esses concorrentes sejam projetados, ou não, à posição de núcleo, de centro da Terra. Sem os votantes, isso não seria possível.
Temos eleitor de todo tipo: indignado, ideológico, indiferente, pragmático, apaixonado, suplente, com mandato, comunitário e prefeito de capital. Este último, na eleição de Alagoas, é um só.
Entre outras, Rodrigo Cunha também assumiu a condição de liderança no maior colégio eleitoral ao ser empossado na titularidade do mandato na Prefeitura de Maceió.
É um eleitor.
Além de 4 de outubro.