Ângulo
Tchau a Paulo Dantas: um governador por acidente sem vocação, sem liderança e sem talento
Sem uma atuação na vida pública que justificasse sua ascensão ao cargo, Paulo Dantas pode ser considerado um governador por acidente. No posto, mesmo dispondo de todas as ferramentas, não alcançou a relevância por falta de aptidão. Termina o mandato sendo criticado como gestor até pelos maiores e principais aliados e popularmente não engaja além dos cargos comissionados. Mas não está sozinho nisso; faz parte do clube do filhotismo sem vocação, sem liderança e sem talento, que ocupa grande espaço na política brasileira. Se for lembrado, será como o governador que teve a máquina, a caneta, o poder e não conquistou o protagonismo.